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Cliffhangers – questão de vida ou morte.

Sabe quando você está chegando ao final daquele livro maravilhoso e você começa a pressentir que o autor não vai ter folha o suficiente para resolver o perrengue que ele criou? Então, no meio do clímax, você vira a folha e BAM, acabou o livro? Se sim, você já experimentou um cliffhanger. Na tradução, cliffhanger significa “pender sobre um precipício”. Ou seja, você está se segurando para não cair na escuridão do desespero para saber o que acontece no próximo livro, fica se segurando entre a vida e a morte, a necessidade do próximo volume. Isso acontece muito em séries. Novelas têm muito cliffhanger também. Os autores vão criando um clímax e quando o negócio ta começando a esquentar, eles cortam.

Se isso é bom para seu coração? NÃO.

Um dos maiores criadores de cliffhangers é Rick Riordan. Sério. Principalmente na série “Os Heróis do Olimpo”. O primeiro livro – “O Heroi Perdido” – até que não tem tanto assim. Mas “O Filho de Netuno” já te dá aquela falta de ar. E “A Marca de Atena”? AQUILO é um VERDADEIRO cliffhanger – e não há ninguém que não vá concordar comigo.

Outro IMENSO cliffhanger é “Em Chamas”, da série “Jogos Vorazes”.  O QUE É AQUILO? Sinceramente. Tenho certeza que a Suzanne Collins terminou aquilo livro, olhou para o final e riu. Riu da nossa cara. Provavelmente os autores têm um prazer orgasmático ao terminar o livro com um cliffhanger. Eles devem olhar aquele final e, rindo, imaginam aquele monte de dinheiro entrando no bolso deles porque, claro, iremos comprar os próximos livros para saber o que acontece.

Agora, vamos combinar. Quer terminar assim? Que lance os livros rapidamente. Não faça igual Rick Riordan e demore 1 ano inteiro para lançar o próximo. Por favor, não faça igual Suzanne Collins ao terminar o livro sem saber se os personagens estão vivos ou não. Por favor, por favor, poupem os corações de seus leitores. Dá aquele sentimento de estar faltando algo na sua vida.

E está mesmo. A continuação daquela droga daquele clímax.

Na verdade, não são só livros que terminam com essa coisa. Nããão. Filmes também. Um dos maiores exemplos é “Thor: O Deus do Trovão”. Eles tão lutando lá na Bifröst, Loki cai, fica segurando no Thor, que é segurado por Odin, ai Thor grita “NÃO” e o Loki se solta. Simples assim. E cai para a infinidade do universo. Ele morreu? Não sei. Ele ta vivo? Não sei. Ele ainda é mau? Não sei. Ele vai continuar gostoso na hora que aparecer de novo? Também não sei. Só sabemos disso no começo de Os Vingadores, que ele aparece.

Cliffhangers, apesar de me irrita bastante, move meu interesse por séries. Fato.

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2 comentários em “Cliffhangers – questão de vida ou morte.

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